TEMPO – 50 anos do Quinteto Violado
Autor do projeto: Cactus Promoções e Produções Eireli-ME

Tempo – 50 Anos do Quinteto Violado será um espetáculo de cultura popular brasileira, que passeia pelo repertório de 50 anos do Quinteto Violado, confirmando a longevidade do grupo nordestino.

Todas as apresentações terão transmissão ao vivo pela internet e em cada uma das cinco cidades será realizada um concerto-aula (contrapartida social), gratuitas para alunos de escolas públicas.

As cidades a serem visitadas pelo show Tempo – 50 Anos do Quinteto Violado serão: Recife-PE, Brasília-DF, Rio de Janeiro-RJ, São Paulo-SP e Aracajú-SE.

Cactus Promoções e Produções Eireli-ME

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Autor

http://www.quintetoviolado.com.br
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Tempo – 50 Anos do Quinteto Violado será um espetáculo de cultura popular brasileira, que passeia pelo repertório de 50 anos do Quinteto Violado, confirmando a longevidade do grupo nordestino.
Todas as apresentações terão transmissão ao vivo pela internet e em cada uma das cinco cidades será realizada um concerto-aula (contrapartida social), gratuitas para alunos de escolas públicas.
As cidades a serem visitadas pelo show Tempo – 50 Anos do Quinteto Violado serão: Recife-PE, Brasília-DF, Rio de Janeiro-RJ, São Paulo-SP e Aracajú-SE.
Prestes a completar 50 anos de carreira, o Quinteto Violado tem o respaldo do público e da crítica especializada. Inspirado pelos folguedos populares, cantando o universo das feiras no interior, o grupo conquistou seu lugar na história da música popular brasileira e nordestina em especial. Em quase cinco décadas de atividades ininterruptas, seu trabalho de valorização das expressões tradicionais, por meio de uma linguagem própria, transcendeu o âmbito artístico, adquirindo os contornos de uma proposta cultural mais abrangente.
Surgido em Pernambuco no momento pós-tropicalista (1971), o Quinteto Violado focou seu trabalho na música regional, valorizando a cultura brasileira através de trabalhos de pesquisa, e agregando as experiências pessoais dos seus integrantes. Desta época até hoje o Quinteto e sua identidade sonora – construída a partir do contrabaixo, violão, viola, flautas, teclados, percussão e vozes – conquistam cada vez mais admiradores pelo Brasil e o mundo.
Inicialmente formado por Toinho Alves (Antônio Alves, Garanhuns – PE, 1943 – falecido em 2008), canto e baixo acústico; Marcelo Melo (Marcelo de Vasconcelos Cavalcanti Melo, Campina Grande – PB, 1946), canto, viola e violão; Fernando Filizola (Limoeiro – PE, 1947), canto, violão e viola; Luciano Pimentel (Luciano Lira Pimentel, Limoeiro – PE, 1941 – falecido em 2003), percussão e bateria, e Sando (Alexandre Johnson dos Anjos, Recife, 1959), flautista. Na década de 1990 passou a ser integrado por Toinho Alves; Marcelo Melo; Ciano Alves (Luciano Alves, Garanhuns – PE, 1959), flautista; Roberto Menescal (Roberto Menescal Alves Medeiros, Garanhuns, - PE, 1964), cantor e percussionista; e o tecladista e arranjador Dudu (Eduardo de Carvalho Alves, Recife – PE, 1970).
Em 2008, com o falecimento de Toinho Alves, juntou-se ao grupo o baixista Sandro Lins (Olinda – PE, 1981). O seu estilo Free Nordestino, título dado por Gilberto Gil, se caracteriza pelos arranjos com a identidade nordestina e a influência da música do mundo – A música do Quinteto é orgânica, com personalidade local, mas, quando projetada, tem referências que independem de nacionalidade. É um som universal com fortes influências nordestinas e cosmopolitas na sua harmonia. Algumas poesias ou letras são dos próprios integrantes, mas a maioria é leitura do cancioneiro popular que recebe roupagem nova com arranjos transformadores. As músicas têm um toque de contemporaneidade e improvisos típicos do jazz, passeando do erudito ao mais popular dos estilos.
Apresentou-se pela primeira vez, ainda sem a denominação que o tornou famoso, em janeiro de 1970, na Faculdade de Filosofia da Universidade Federal de Pernambuco. Em outubro de 1971, quando se apresentou no Teatro da Nova Jerusalém (Fazenda Nova PE), seus integrantes foram chamados por Robinson Pacheco – filho do idealizador da cidade-teatro da Nova Jerusalém, de “os violados”, nascendo daí o Quinteto Violado. Gilberto Gil os apresentou ao produtor Roberto Sant’anna, da Phonogram, e o aparecimento do conjunto foi exaltado por Caetano Veloso. E logo começaram a mostrar seu trabalho por todo o Brasil e outros países. Além da música, realizaram trabalhos didáticos, ministrando oficinas de música em escolas pernambucanas.
Não é exagero dizer que o primeiro disco do grupo (Quinteto Violado, 1972, Phillips), há 47 anos, plantou uma semente de mudança no modo de sentir e expressar a música do Nordeste do Brasil, música esta que desbravou novos e amplos horizontes pelo mundo. Europa e Ásia receberam o Quinteto Violado de braços, olhos e ouvidos bem abertos. Portugal, Alemanha, Suíça, França, Iugoslávia, Áustria, Bélgica, Itália, Coréia do Sul, Turquia e Síria, além do Peru e Suriname, nas Américas, também foram países visitados pelo grupo.
Angolanos, moçambicanos e cabo-verdianos, na África, também conheceram esta nova música brasileira, fundamentada na cultura nordestina. E são frequentemente visitados pelo grupo.
A estreia internacional do Quinteto Violado aconteceu em 1975, no Mercado Internacional de Disco e Edição Musical – MIDEM, realizado na cidade de Cannes, França, em viagem na parceria do amigo Jair Rodrigues, que àquela altura já era estrondoso sucesso. A participação neste evento resultou no lançamento do primeiro disco do grupo e do LP “A Feira no Japão”. Nesta mesma viagem o Quinteto foi até Paris, onde se apresentou no Olympia, ao lado do próprio Jair, de Jorge Benjor, Toquinho e Vinícius de Moraes.
Por meio do site www.quintetoviolado.com.br, do Instagram @quintetoviolado e do Facebook (facebook.com/quintetoviolado.9) pode-se acessar sua trajetória, discografia e o dia-a-dia do grupo.
Realização de 5 espetáculos comemorativos dos 50 Anos do Quinteto Violado, com transmissão simultânea pela Internet e a realização de cinco concertos-aula gratuitos, para alunos de escolas públicas, nas cinco cidades a serem visitadas, oferecidas como contrapartida social.
Valor total do projeto: R$ 976.514,10
Valor captado: R$0,00
Valor a captar: R$ 976.514,10
Classificação no PRONAC: Artigo 26º (Restituição ou dedução de 80% do valor investido