Programação Anual – Brasília 60 Anos de Choro

por Clube do Choro

O objetivo geral do projeto BRASILIA – 60 ANOS +1 – BRASIL SACODE E LEVANTA A POEIRA é assegurar a manutenção e o funcionamento do Clube no ano de 2021, incluindo sua administração e conservação. E também a produção dos shows de música popular brasileira que o tornaram, nas palavras do crítico e historiador da MPB Sergio Cabral, “uma das instituições culturais mais importantes do Brasil”.

Informação importante!
Este projeto está aprovado pela Secretaria Especial de Cultura, de acordo com a Lei 8.313, art.18 de 1991, pelo qual você poderá deduzir 100% de sua doação no IR.
Sua contribuição durante este ano poderá ser deduzida no seu imposto a pagar ou acrescida no seu imposto a restituir quando de sua declaração de ajuste no ano seguinte.

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Clube do Choro

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https://clubedochoro.com.br/
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O projeto apresenta as necessidades administrativas, de manutenção e da programação do Clube do Choro de Brasília para o ano de 2020. Pleiteia recursos visando garantir o pleno funcionamento da instituição nesse período. Apresenta o projeto musical que marcará o ano de 2020*, com o tema BRASILIA - 60 ANOS DE CHORO, detalhando os artistas homenageados, o número de espetáculos, a estimativa de custos e o prazo de duração.
O Clube do Choro de Brasília é uma entidade cultural sem fins lucrativos que funciona há 42 anos na Capital Federal. Ocupa um moderno café-concerto de 400 lugares especialmente projetado por Oscar Niemeyer, na área central da cidade. Responde pelo mais duradouro e bem sucedido projeto de música instrumental da história da MPB, que todos os anos homenageia, divulga e atualiza a obra de um grande compositor brasileiro. Já realizou mais de três mil shows para um público total de mais de 800 mil pessoas, sempre a preços populares. Foi condecorado com a Ordem do Mérito Cultural da Presidência da República e tombado como Patrimônio Imaterial de Brasília.
Objetivo Geral:

Assegurar a manutenção e o funcionamento do Clube no ano de 2021/22, incluindo sua administração e conservação e também a produção dos shows de música popular brasileira que o tornaram, nas palavras do crítico e historiador da MPB Sergio Cabral, “uma das instituições culturais mais importantes do Brasil”.

Fazer uma reconstituição da história do Choro na cidade, com shows que evoquem a vida e a obra de seus protagonistas e o precioso legado que deixaram, em comemoração aos 60 anos de Brasília.

Objetivo Específico:

Ao longo dos anos, o Clube do Choro de Brasília já promoveu temporadas anuais em homenagem a Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Chiquinha Gonzaga, Waldir Azevedo, Ernesto Nazareth e outros ícones da música brasileira.

Com o projeto "BRASÍLIA - 60 ANOS DE CHORO", o Clube pretende realizar 80 shows de grandes solistas e grupos instrumentais de todo o País, de fevereiro a dezembro de 2020*, revisitando a trajetória histórica que relatamos a seguir:

"Brasília, 10 de novembro de 1956. O presidente Juscelino Kubitschek inaugura o primeiro prédio oficial da cidade: o Catetinho. Na comitiva, uma presença revela a paixão de JK pela música popular brasileira: o violonista Dilermando Reis, autor de Exaltação a Brasília, canção composta em homenagem à cidade que começa a sair do chão.

Onze anos depois, Jacob do Bandolim, vítima de uma crise na coluna cervical, transfere-se para Brasília, onde residiu por seis meses, buscando a recuperação com um revolucionário tratamento. Sua presença na Capital da República atraiu muitos chorões transferidos para Brasília na condição de funcionários púbicos, que se reuniam todos os sábados, para saraus memoráveis, que resultaram na formação do “Época de Prata”.

Em nove de setembro de 1977, o Clube do Choro de Brasília, é fundado por músicos que se reuniam na casa da flautista francesa (naturalizada brasileira) Odete Ernest Dias. O citarista Avena de Castro, grande amigo de Jacob do Bandolim, é eleito por aclamação o primeiro presidente. Fazem ainda parte do grupo Pernambuco do Pandeiro, o flautista Bide, o trombonista Tio João, o bandolinista Arnoldo Veloso (médico de Jacob); o cavaquinhista Assis Carvalho (Six) e outros 23 instrumentistas, jornalistas e apreciadores do choro.

O governador do Distrito Federal, Elmo Serejo, cede o vestiário do recém-inaugurado Centro de Convenções para as reuniões musicais. Waldir Azevedo, considerado o instrumentista mais popular do país, vivia em Brasília desde 1971. Entusiasmado com a movimentação em torno do Choro, ele resolve retomar a carreira interrompida pelo trauma da morte de uma filha. Com sua contribuição, o gênero musical centenário faz sucesso e se firma definitivamente como forma de expressão e linguagem musical típica da cidade mais moderna do País."
Proponente: CLUBE DO CHORO DE BRASILIA

CNPJ: 00.507.103/0001-42

Valor Solicitado:  2.793.925,00

Valor Aprovado: 2.793.925,00